A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Bahia (FICCO/BA), em conjunto com forças estaduais e federais, deflagrou mais uma fase da Operação Artemis, resultando na captura de 75 criminosos de alta periculosidade.
As ações operacionais e de inteligência foram desenvolvidas entre os meses de fevereiro e abril de 2026, fruto de um trabalho integrado de análise de dados, investigações e diligências coordenadas entre as forças policiais que compõem a FICCO/BA, com apoio de unidades de outros estados.
As prisões ocorreram em diversos municípios baianos, incluindo Salvador, Feira de Santana, Jequié, Camaçari, Vitória da Conquista, Guanambi, Itapetinga, Ipiaú, Cruz das Almas, Santo Amaro, Canavieiras, Sento Sé e Alagoinhas. Também houve ações em outros estados, como São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Ceará e Tocantins, evidenciando o alcance interestadual da operação.
De acordo com a FICCO/BA, a operação tem como objetivo localizar e capturar foragidos da Justiça envolvidos em crimes violentos, especialmente ligados a facções criminosas com atuação na Bahia. Muitos desses indivíduos, inclusive lideranças, costumam fugir para outros estados na tentativa de evitar a atuação policial, mas continuam ordenando crimes mesmo à distância.
A operação também registrou prisões internacionais, com foragidos localizados fora do Brasil, especialmente na Bolívia, demonstrando a atuação conjunta e a cooperação policial internacional.
Os alvos capturados são investigados por crimes graves, como homicídios, latrocínios, roubos qualificados, tráfico de drogas e participação em organizações criminosas.
A FICCO/BA é composta pela Polícia Federal, Polícia Militar da Bahia, Polícia Civil da Bahia, Polícia Penal da Bahia, Secretaria Nacional de Políticas Penais e Secretaria de Segurança Pública da Bahia, atuando de forma integrada no enfrentamento ao crime organizado.












